Morreu nesta quinta-feira, aos 87 anos, Carlos Massoni, o Mosquito, um dos principais nomes da história do basquete brasileiro.
Mosquito integrou uma das gerações mais vitoriosas da modalidade no país. Com a camisa da Seleção Brasileira, conquistou o título mundial de 1963, no Rio de Janeiro, além de duas medalhas de bronze nos Jogos Olímpicos, em Roma 1960 e Tóquio 1964.
Em nota oficial, a CBB (Confederação Brasileira de Basketball) prestou homenagem ao ex-jogador. A entidade classificou Mosquito como um “herói do basquete brasileiro”. O COB (Comitê Olímpico do Brasil) também lamentou a perda do ex-atleta.
“A Confederação Brasileira de Basketball lamenta a perda irreparável de um herói do basquete brasileiro, desejando seus pêsames e abraçando neste momento de dor todos os amigos e familiares de Mosquito. Sua história e seu legado são eternos, ecoando por gerações de futuros basqueteiros”, escreveu a CBB.
“O COB lamenta o falecimento de Carlos Massoni, o Mosquito, medalhista olímpico de bronze em Roma 1960 e Tóquio 1964 e campeão mundial de basquete no Rio de Janeiro em 1963. Desejamos pêsames aos familiares e amigos neste momento de profunda tristeza”, completou o COB.
O COB lamenta o falecimento de Carlos Massoni, o Mosquito, medalhista olímpico de bronze em Roma 1960 e Tóquio 1964 e campeão mundial de basquete no Rio de Janeiro em 1963.
Desejamos pêsames a aos familiares e amigos neste momento de profunda tristeza. #TimeBrasil #Basquete pic.twitter.com/Y6HUrwmU50
— Time Brasil (@timebrasil) August 13, 2026
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Nascido em São Paulo, Carlos Massoni iniciou sua trajetória na Associação Atlética São Paulo antes de se profissionalizar pelo Palmeiras. Posteriormente, construiu uma longa passagem pelo Sírio, além de defender Portuguesa e São Caetano ao longo da carreira.
Além do ouro mundial em 1963, Mosquito também conquistou o bronze na Copa do Mundo de 1967 e a medalha de prata na edição de 1970. Nos Jogos Pan-Americanos, subiu ao pódio em três oportunidades: bronze em Chicago 1959, prata em São Paulo 1963 e ouro em Cali 1971.
Reconhecido pela raça dentro de quadra, o armador era especialista na organização das jogadas e nas infiltrações rumo à cesta. Após encerrar sua trajetória como atleta, formou-se em Educação Física e seguiu ligado ao esporte como técnico e professor até a aposentadoria.
Em 2023, Mosquito participou de uma celebração organizada pela CBB em homenagem aos 60 anos da conquista do bicampeonato mundial da Seleção Brasileira, reencontrando antigos companheiros daquela geração histórica.
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Conteúdo publicado automaticamente pelo Portal Nortão News.