Abílio endurece discurso e afirma que não estará em palanque de Wellington


O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), classificou como “erro” estratégico a aliança entre lideranças tradicionais no Mato Grosso, afirmando que a união de figuras do MDB e União Brasil garante a derrota do grupo nas urnas. Em declaração contundente, Brunini disparou que “quanto mais porcaria juntar num grupo só, menos chance tem de ganhar”, rejeitando o pragmatismo político da chapa de Wellington Fagundes.

O gestor cuiabano destacou que a aliança reúne forças já rejeitadas em cidades-chave, denunciando ainda o uso de “robôs” para tentar inflar a aceitação da chapa na internet. Recusando-se a dividir palanque com o MDB, Abilio selou a divisão na direita mato-grossense ao focar sua campanha apenas em nomes de sua ala ideológica.

O desafio já foi comunicado à diretriz nacional de seu partido. O estopim foi a convenção emedebista, marcada pelo apoio do senador Jayme Campos (União) a Janaina Riva (MDB) ao Senado, o que inviabilizou a presença do prefeito no mesmo palanque.

“Onde está Jayme, MDB, grupo do Riva, etc., não combina comigo. (…) Não estou com o MDB, não estou com os Campos, não estou com os Rivas, não estou com essa turma. Eu não vou subir onde estiver o MDB. Ontem ainda, minha decisão ficou mais tomada. Eu não vou subir nesse grupo aí não. A classe política está se reunindo em um grupo e eu não estou com esse grupo, não vou subir com grupo”, afirmou.

O prefeito disse que vai concentrar sua atuação eleitoral em nomes ligados ao bolsonarismo e na campanha da própria esposa, Samantha Iris. “Já deixei claro para o presidente Valdemar. Falei: presidente, minha campanha nesse ano vai ser Flávio Bolsonaro, José Medeiros, nossos federais, nossos estaduais, em especial a campanha da minha esposa Samantha Iris. Fora isso, não estarei no projeto dessas pessoas aí”, explica.

E reforçou: “Eu não sou obrigado a pedir voto para o Wellington, não sou obrigado a pedir voto para a Janaína, não sou obrigado a pedir voto para o Jayme, não sou obrigado a pedir voto para o MDB. Eu só não posso, pela legalidade, pedir voto para outro candidato. Meu partido tem um projeto, tem seu candidato”, emenda.

Entre no GRUPO DO WHATSAPP e acompanhe notícias relevantes sobre Economia, Política e Desenvolvimento



Source link

Please select listing to show.
Please select listing to show.
Please select listing to show.
Please select listing to show.
Please select listing to show.